sábado, 25 de junho de 2016

Entre linhas e versos coexisto em meu ser

Não se deixe levar pela ignorância,
A sabedoria não permite-se oprimir,
Muito menos um ser em meio a inconstância,
Entre sobreviver e coexistir;

O conhecimento é sempre evolutivo,
Aquele que se expande e não volta ao tamanho normal,
E enquanto estiveres vivo
Jugarás do teu discernimento de bem e mal,
Pela maré não será arrastado,
Mas do contrário, sempre permanecerá entre o certo e o errado;

Não se trata de suas vitórias, para se dizer,
Se trata do que conquistou
Em meio o que chamamos de viver;

A vida se baseia em dúvidas e na certeza
E sempre há um porém,
Todos sabem que gentileza gera gentileza,
E respeito é pra quem tem;

São muitos os caminhos a serem traçados em nossa partida
E já encontramos nossos caminhos,
Só precisamos encontrar a saída;

Somos seres encantados com as rosas sem temer seus espinhos,
É assim que se leva a vida;

Entre linhas e versos coexisto em meu ser,
Ciente da diferença entre viver e sobreviver.

Autor: David Alves Mendes

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Nossa Essência

Não me acho maior ou menor que ninguém, somos todos iguais mesmo sendo diferentes, eis aí o equilíbrio físico e espiritual, não somos mais do que almas vestidas de carne apreendendo a amar e odiar, saciando nossa sede por conhecimento e caminhando cuidadosamente pelos caminhos tortuosos da vida.

Tomando sempre um certo cuidado para não se perder em meio à tantas contradições, ou se afogar em nossas próprias mágoas. Entre o medo de morrer e o medo de viver está o real sentido da vida, encontrar-se, sempre buscando novos "eus", vivendo em meio a uma metamorfose kafkaeska que nos ajuda a evoluir, amadurecer e encontrar nossa verdadeira essência.

Autor: David Alves Mendes

quinta-feira, 23 de junho de 2016

E o agora?

Não sei o que esperar do futuro, sei que não posso ficar só esperando, nosso futuro é consequência do nosso presente e cada um é responsável pelo seu destino.

Nunca deixe de lutar pelo que acredita e jamais cometa um erro duas vezes, a vida ensina isso, adquirir experiência com os próprios erros para não cometê-los novamente, e as quedas que levamos no caminho servem apenas para provarmos para nós mesmos que somos capazes de levantar e seguir em frente, seja com ajuda de uma mão companheira ou com nossas próprias pernas.

Errar é humano, errar duas vezes teimosia, errar três é pura ignorância ou estupidez, porém evoluir e aprender consigo mesmo é um ato de auto aceitação, um ato humanidade consigo mesmo e com aqueles que lhe rodeiam.

Autor: David Alves Mendes

Fluxo contínuo de criatividade


Ler irriga a mente, é essencial compreender todas as visões perceptivas. A maneira como se observa algo aumenta o nosso "teor criativo", afinal, ser criativo é fazer as mesmas coisas, porém de formas diferentes, como uma mesclagem de situações e sentimentos em prol de alguma coesão.

Ler é uma forma de conquistar conhecimento livre e também de estimular a criatividade. Quando se lê e se raciocina, é possível perceber que a imaginação não se intimida, e dificilmente vai haver um limite para ela, gerando assim um fluxo contínuo de criatividade.

Autor: David Alves Mendes

Amor que se desgasta não é amor!

Amor que se desgasta não é amor!
Amor não se desgasta, se transforma, e é em meio a essa transformação que você entende o que é ser fiel a valorizar um sentimento.

Amar é sentir da maneira mais profunda, compreender e afastar todo o medo presente para que a felicidade tenha espaço e prospere, os altos e baixos são comuns, eles são essenciais para manter o equilíbrio, já que o amor muitas vezes é uma busca desenfreada por equilíbrio.

Duas metades serão sempre duas metades, até que elas se encontrem e por meio de uma união se tornem uma só.

Autor: David Alves Mendes

Muitos nascem pra ser estatística, enquanto outros morrem pra virar história

A ONU estima que a população mundial cresça um ritmo a cerca de 1,2%, isto significa que aproximadamente 211.000 pessoas nascem por dia, isso enquanto a cada 60 segundos morrem 120 seres humanos.

São dados comprovados com base em estatísticas reais, a cada volta que os ponteiros dos relógios dão, são milhares de pessoas que morrem e nascem ao redor do mundo, o tempo não para da mesma maneira que as voltas da terra também não.

E até mesmo nós, a humanidade, nunca paramos, dificilmente estamos satisfeitos, queremos cada vez mais e mais, gerando um ciclo vicioso por qual as pessoas viveram nos séculos passados e viverão no futuro.

Os números não param, só aumentam, você pode conferir em um site que arquiva informações mundiais, cujo é atualizado a cada segundo e os números que rondam nosso planeta dão elevadas bruscas a cada piscar de olhos, é surpreendente ver o quão somos pequenos perante a natureza e o universo.


Por um ponto de vista, somos apenas mais um número, podemos nos considerar só um coração dentre mais de sete bilhões de outros corações que batem nesse globo em que vivemos, mas se pararmos pra pensar bem, dentre esses bilhões somos únicos.

Cada um é capaz de sentir e pensar de milhares de formas diferentes, a humanidade nunca vai se resumir em simples números, afinal somos bem mais que isso.

Muitos nascem pra ser estatística, 
Enquanto outros morrem pra virar história.

Autor: David Alves Mendes

A onda da leitura

Leitura vicia, causa abstinência na falta de bons livros, depressão pós-termino de leitura, sensação de insatisfação com finais inesperados, ainda te deixa deprimido ao ver livros sensacionais nas prateleiras da livraria e não ter dinheiro pra comprar, mas a leitura é uma droga que te torna inteligente, te faz embarcar em uma viagem onde se aprofunda mais a cada página, e quando perceber, estará levando livros para todos os lugares só para ler na primeira oportunidade.

Quando vejo alguém lendo consigo sentir de longe a marola de conhecimento, só os sábios compartilham de sua sabedoria.

Autor: David Alves Mendes

O que fazer daquela angústia?

As vezes me sinto mal só por estar vivo.
Será que não fui feito pra esse mundo? 
Ou esse mundo não foi feito pra mim?

Na real tanto faz, tem momentos que me sinto preso ao carma de ficar triste mesmo tendo todos os motivos pra sorrir, é foda se sentir na responsabilidade de carregar o peso do mundo em suas costas já tendo as próprias lamúrias pessoais pra carregar.

Quantas vezes já pensei em desistir, jogar tudo pro alto e tirar minha própria vida?
Mas não, o espírito se contentou em remoer a mágoa ao derramar lágrimas de meus olhos para posteriormente enxugá-las e seguir em frente, sempre é assim.

O que importa e sempre importou é que sempre estou de pé, pronto para mudanças e metamorfoses da vida, tenho a consciência de que tudo que eu faço e digo é verdadeiro, e sempre honrarei minhas palavras e sentimentos, e os que estão ao meu lado e são realmente verdadeiros, se mostrarão leais ao derramar lágrimas de luto quando eu me for.

E um dia, felizmente, eu irei, e só restarão minhas palavras para que lembrem o quão minha mente foi, um dia, ativa e tempestuosa.

Autor: David Alves Mendes

Uma obra de arte contemporânea

E eu podia contemplá-lá noite e dia, como se fosse uma daquelas pinturas bonitas, mas não qualquer pintura, um quadro raro, com uma expressão intensa e profunda, recheado com um olhar penetrante, algo que rouba a atenção por sua inevitável e singela beleza, uma obra de arte contemporânea com requintes de um talento inconfundível, obra que poderia combinar perfeitamente em minha moldura.

Mas ela não é uma pintura, assim como também não tenho nenhuma moldura, porém tenho a certeza de que o esboço de seu corpo se encaixa perfeitamente no enlaço de meus braços, que posso afirmar ser mais aconchegante que qualquer moldura.

Autor: David Alves Mendes
Sei que não sou o único que sempre sonhou em ser poeta, poucos percebem, mas já são poetas, pequenos poetas mortais, porém nossos feitos e escritos são imortais, sempre estaremos vivos pelo simples, bélico e indestrutível poder devastador da irrefutável palavra.

Autor: David Alves Mendes

O ser poético


A poesia me liberta e na hora certa flui a criatividade independente do estado ou da cidade, me sinto do lado da loucura e me curo com arte autêntica e pura, sem a menor compostura, saio na rua e me sinto em meio a ditadura ao levar uma dita dura da polícia, talvez por expressar no rosto um pouco de minha malícia ou talvez levar muito a sério essa vida fictícia.
Para uns tanto faz como tanto fez, é bom se manter atento para não perder a vez, a questão se trata somente de liberdade, ter a criatividade de criar as próprias asas pra voar nessa cidade.

Autor: David Alves Mendes

Devaneios de uma madrugada qualquer

Nada como escrever o seus devaneios em uma madrugada qualquer da semana, não falta inspiração quando se tem o que expressar com emoção e entusiasmo.

Os pensamentos simplesmente vão fluindo suavemente como a brisa gélida da madrugada, e logo começo a transcrevê-los para meu bloco de notas.

Afinal, quando se está contemplando a lua quase cheia, é possível vê-la longínqua e sorridente para você em seu quarto crescente.

Troco olhares entre meu smartphone (onde escrevo) e o esplendor da bela esfera que paira levemente em meio às nuvens, como tinta óleo sobre a tela imensurável que é o céu, iluminando assim às suas margens obscuras e mentes vazias a procura de alguma inspiração.

Autor: David Alves Mendes

Entre o ser e o saber

O universo moldou-me, exatamente como sou, só pra você ver!
Até onde você sabe o que é realmente ser?
Nesse mundo é difícil saber ser profundo e sincero,
Quanto mais o tempo passa, só mais envelheço, paro, penso, espero e reflito,
São inúmeras as ideias e possibilidades que cogito.
Em um devaneio que evanece sua mente,
Te faz encontrar o conflito internamente,
Na qual você pensa como pode-se aliviar,
O que poderia ser feito pra mente relaxar?
Só é pegar um papel e uma caneta e começar a viajar!
Extravase na criatividade, e não tenha medo de raciocinar,
Pra ser poeta não tem idade, é só saber com as palavras se relacionar,
Escrever o que sente, o que vê, 
O que tem em mente também,
Pense, isso faz bem
Afinal, antes de escrever qualquer coisa é preciso pensar, um pensamento meio longevo,
Mas as vezes nem mesmo penso...
Eu só escrevo.

Autor: David Alves Mendes