sábado, 29 de agosto de 2015

Autor: David Alves (Mendes, Eu)

david alves mendes





















A cada batida do coração milhões de pensamentos, sentimentos e a corrente sanguínea recebendo dosagem pura de conhecimento e amor, vivendo na dor de sentir o quão é importante uma meta, aquela seta em sua mente acertando o alvo, e mais uma vez um momento salvo, uma tarde de risadas com a galera, um beijo no pôr do sol em sua bela mulher lberando milhões de dosagens de amor na corrente sanguínea nos batimentos do seu (pensou que eu falaria coração, ou não só quero o universo longe da dor na pureza de um grande amor).

Autor: David Alves (Mendes, Eu)

domingo, 23 de agosto de 2015

Sintonia dela

Me olho no espelho
Tatuagens pelo corpo
E o olho vermelho,
Saio de casa pra encontrar ela,
Acendo um cigarro,
E vou na sintonia, naquela,
Dou um trago e vejo ela de camisa amarela,
Tão bela, maloqueira, princesa, singela,
Parto logo pro abraço e pro beijo
Deixando quem tá perto de vela,
Ela dá uma risada, lembrando das viagens
Eu sorrio pensando em viajar,
Partimos pra natureza, em um rio ficamos nas margens
Ela é como a água, e eu como o vento,
Ela aproveita aquele instante
Eu aproveito aquele momento
Ela sentada agarradinha comigo
Sabe aproveitar bem o tempo,
Me inspira pra escrever, compor e cantar,
Me inspira no rap mais bonito de gravar,
E o que sinto por dentro declarar,
O sentimento reunido em uma forma de pensar,
Pensar coletivamente, pensar na gente,
Pensar juntos sempre seguindo em frente,
E quando o sol está se pondo, lhe dou um beijo com sentimento
E naquele belo cenário, aproveitamos nosso momento,
Seja sentado na calçada, ou deitados no colchão
Improviso uma rima que sai de dentro do coração

Autor: David Alves Mendes

sábado, 22 de agosto de 2015

Rotina na quebrada

Andando pelas calçadas de quebrada em quebrada, atravessando ruas, passando por becos e entrando em vielas, cumprimentando os parceiros com a cabeça, vou passando pelas casas simplórias de Itapipoca observando o movimento, paro na janela de um parceiro e dou uns dois em um fino, agradeço e sigo com a cabeça erguida e sem receio em frente, na esquina trombo com três malucos que não via a meses, sento no batente da calçada coloco pra tocar um rap bom enquanto trocamos ideias e contamos novidades, o pé de breque da rua de baixo tava sumido, não ia fazer falta, nem perceberia se não tivessem me contado, na outra semana o mesmo escapou de rodar em um baque,  acendo um cigarro e passo pro mano do meu lado.

Enquanto conversamos dou um trago e alguém fala "Lá vem os canas", virando pra olhar vejo uma viatura da polícia reduzindo a velocidade mirando os olhos em nossa direção, dentro da viatura e algemado estava o pé de breque de cabeça baixa, passaram direto, despreocupados continuamos conversando com os flagrantes já na mente, quinze minutos depois me levanto, me despeço da galera e sigo meu rumo. Coloco os fones de ouvido e do nada começa a tocar Sabotage, ironicamente respeito é pra quem tem.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Sereia da Brisa

Em um lugar conhecido por ser a parede que cerca um açude que abastece a cidade, tem algumas mesas e bancos com postes que dão uma bela visão para a água, cansado de ficar sentados nos bancos decidi descer com um amigo no mato para ficar sob uma árvores às margens do açude e fumar um baseado, íamos descendo em direção a árvore e meu amigo disse ter visto uma cobra passando, era tarde e o ambiente estava escuro, subestimando as palavras de meu amigo desci pelo mato e vi de relance algo se aproximar de mim, não era uma cobra, mas um sapo, ia passando um sujeito alcoolizado cambaleando pelo local quando eu gritei para o sapo "sapo para". Soou como sapupara, o nome de uma típica bebida alcoólica, logo o bêbado quase caindo para vir em nossa direção perguntou se tínhamos sapupara, porém dissemos que não bebíamos e estávamos apenas com um baseado, o mesmo saiu xingando, ironicamente nos chamando de drogados, até porque uma planta natural que brota do solo é considerada droga e o álcool não, porém ignorando os insultos descemos e sentamos em algumas pedras na beira da água, um cheiro agradável tomou conta do ambiente e o baseado começou a rolar. 

Em meio a tragos e risadas observávamos a beleza da paisagem, a brisa batendo literalmente quando comecei a ouvir um barulho vindo da água, me levantei e tirei os chinelos para entrar na água,  assim que ia colocar os pés dentro da água surgiu uma sereia  arrumando os dreads molhados enquanto eu a observava. Não estava assustado, apenas encantado, perguntei qual era sua graça, ela respondeu calmamente "Sophia" e sorriu, "Seu cabelo é lindo" eu falei, ela se aproximou de maneira que eu pudesse tocar seus dreads molhados, enquanto eu acariciava o cabelo dela, ela sorria de uma maneira tímida,  eu estava me sentindo muito bem na companhia dela que nem percebi a ausência de meu amigo, quando virei o pescoço o sapo estava me observando com o baseado na boca e meu amigo preparando uma fogueira. Peguei, dei um trago e me virei para Sophia novamente,  só que ela não estava mais lá, logo me bateu uma tristeza, queria ter conversado mais com ela, perguntado de onde vinha. Tirei a camisa de súbito e entrei no açude, nesse momento abri os olhos de repente e vi um céu cheio de estrelas, levantei e meu amigo estava acendendo um baseado, não sei se dormi e apenas sonhei, porém não importa, ter conhecido "Shophia" valeu a pena.

Autor: David Alves Mendes

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Uma das coisas que é preciso para viver é exatamente o contrário do que acontece nas cidades, pessoas apressadas empurrando umas as outras para conseguir espaço. O que vejo parece ser animais (i)racionais correndo sem rumo, a diferença é que os animais não vêem diferença entre eles, não existem padrões, tabus ou paradigmas. A igualdade tem base na natureza de cada ser e o respeito e a vida predominam.


quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Noite de Autógrafos - Verdades que guardo comigo

Algumas das poucas fotos que foram tiradas ontem na noite de autógrafos de lançamento de meu livro "Verdades que guardo comigo".


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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Noite de Autógrafos (Verdades que guardo comigo)


Noite de Autógrafos
Reunindo escritores da terra para lançamentos
Com a presença do prefeito Dagmauro
Livros à mostra e à venda
Quinta Feira (13) às 19:00 horas

Estarei lançando meu livro em primeira mão.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Noite de Autógrafos

david alves mendes, verdades que guardo comigo






















Acabei de chegar de uma reunião com alguns escritores da terra junto de membros da secretária da cultura e já está tudo decidido. Aniversário da cidade, eventos culturais a semana inteira na praça da matriz.

Quinta-feira (13) às 19:00 na praça da matriz haverá uma noite de autógrafos onde estarei lançando oficialmente meu livro "Verdades que guardo comigo", e contaremos com a presença do prefeito da terra dos três climas, Dagmauro.

Não percam esse grandioso evento.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Verdades Que Guardo Comigo - David Alves Mendes (Lançamento)






















Mais uma conquista! Em meio a conclusão de meu segundo livro eis que chegam os primeiros.

Verdades que guardo comigo é um livro pequeno e grandioso para mim, são poesias que retratam longos momentos de minha vida, no mesmo se encontram poesias perdidas de tempos passados que encontrei em cadernos velhos e surrados e decidi, depois de quase um ano de espera (por parte da editora que fica no Rio de Janeiro) finalmente estou com os livros em mãos.

Acredito que todos de minhas redes sociais que me acompanham deveriam conferir para me conhecer melhor e ter uma melhor visão do que o rodeia.

Agradeço a todos que me apoiaram e me apoiam, já o lançamento será preparado, está previsto para próxima semana, fiquem atentos.

Página do Evento

Algo baseado

Comecei a ficar relaxado, mais tranquilo do que o comum, e o visual do lugar em sintonia com a natureza colaborou, senti um brisa e comecei a refletir sobre as coisas mais simples desde as mais complexas, isso em meio a risadas com amigos em conversas paralelas. A única coisa ruim que refleti foi sobre a proibição, como se sabe tal planta tem uso milenar, e a proibição se dá pois não há lucro pro governo com isso, afinal que imposto ele poderia arrancar de você por ter uma planta em casa? Sem falar que tudo seria mais fácil, o dinheiro investido na Cannabis poderia ser útil, com base em todos os benefícios que ela fornece, inclusive o uso medicinal e o abuso de autoridade junto do preconceito acabaria. Algo baseado em uma realidade melhor.

Autor: David Alves Mendes

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Guerrilha Cultural (2° Edição)

david alves mendes















Guerrilha Cultural. Foi uma honra cantar e participar desse evento, agradeço à toda a multidão que compareceu, aos meus parceiros de música, de dança, patrocinadores e enfim, que venham mais eventos como esse.























Confira uma parte do que rolou no evento.



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