segunda-feira, 25 de maio de 2015

Tributo ao Horror (EP)

Tributo ao Horror, Tributo ao Horror EP, David Alves






















Me dediquei a esse trabalho por alguns dias, eu já tinha uma vontade de realizar um projeto musical direcionado ao horror, eis o primeiro, foram poucos dias de trabalho compondo, gravando, mixando e contando com a participação de alguns amigos, esse foi o restultado, o Tributo ao Horror.

Posso garantir que esse foi apenas meu primeiro projeto musical voltado ao horror, foi uma experiência bastante prazerosa já que tanto gosto de música quanto de terror/horror. O EP não possui nenhum intuito lucrativo, está totalmente liberado para quem quiser ouvir ou baixar gratuitamente.

Faixas:

00. Intro - Tributo ao Horror (Part. Mephysto)
01. Alessa
02. Terror
03. Mente Doentia
04. Decisão sem volta
05. Busquem conhecimento
06. Madrugada Insana (Part. Soiin)
07. Regan MacNeil
08. Conexão Mental (Part. David DS) 
09. Fim


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quinta-feira, 7 de maio de 2015

O verdadeiro valor

Da naturalidade
E da simplicidade
Vem a paz,
A paz que toma conta de nossa mente,
E nos faz refletir
Que a vida só é complicada
Para pessoas complicadas

Os que tem menos bens materiais
São os que tem mais bens espirituais

Não se compra felicidade,
Não se compra paz,
Não se compra tranquilidade

Tudo que importa se conquista,
As vezes com esforço,
Outras com paciência

É necessário plantar a paz
(muitas vezes literalmente)
Para que ela cresça e floresça
Nos jardins da libertação,
E dê frutos
Em nosso corpo e espírito.

Dessa forma podemos enxergar
Além do que se vê,
E ao encontrar a paz interior
Podemos trilhar nos caminhos da sabedoria,
E enxergar o verdadeiro valor

O verdadeiro valor da vida,
O verdadeiro valor da paz,
E o verdadeiro valor de um sorriso verdadeiro.

Autor: David Alves Mendes

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Controle e consciência

A ira é um demônio
Que domina os alheios 
Do próprio controle,
Destrói grandes barreiras,
Muitas delas construídas com esforço

Assim como o fogo
Consome o que domina,
O seu ser, que ausente 
De autocontrole
Se perde em devaneios de raiva

O controle é a essência do ser,
A base do equilíbrio,
Realizar nossos desejos
E controlar as emoções

O ódio nos completa
Mas não deve nos dominar,
Assim como boas vibrações tomam conta
De nós se permitirmos as mesmas

A questão é que a ira 
Não é necessária,
O autocontrole sim

Assim como a chama
De um cigarro o consome aos poucos,
Nossa paciência é consumida pela ira,
E as cinzas de rancor 
Que mancham nossa alma
Se tornam cicatrizes expostas
Às pessoas dispostas a nos ajudar
(Ou mesmo completar)

No fim das contas
Percebemos que existem 
Diversos estados de espírito,
Porém, nós escolhemos
Em qual queremos estar,
Com ou sem influência

E o que precisamos?
Não posso dizer absolutamente,
Mas relativamente é necessário
Consciência.

Autor: David Alves Mendes

terça-feira, 5 de maio de 2015

Indo me encontrar

Vou sem saber para onde ir,
Tentando me encontrar,
Vendo os outros irem e virem repetidamente,
Em meio a um isolamento mental
Me sinto um estranho nessa escuridão

Ou os estranhos são eles?
Minhas questões geram outras
E assim por diante, poucos entendem
E poucos também questionam

Tudo parece tão fácil aos olhos de quem vê,
Mas é tão complicado nas mãos de quem faz

Minhas ideias, muitas vezes efêmeras
Se dispersam como cinzar ao vento,
Enquanto outras transpassam minha mente
E partem para a realidade

Vejo pessoas buscando uma solução
Em problemas,
Muitos procuram caminhos que levam
Ao mesmo lugar

Ao me perguntarem para onde estou indo
A resposta é direta e gera mais dúvidas

Estou indo me encontrar.

Autor: David Alves Mendes

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Um lugarzinho tranquilo

Neste fim de semana em que passei no interior, visitei um lugar que particularmente gostei bastante, minha irmã me falou de tal lugar, um pequeno lago que corre por uma formação rochosa, algo semelhante a uma canhoeira, só que bem pequena.

Saímos de casa já eram mais das quatro da tarde de um domingo, e a caminhada foi um pouco longa, o caminho consistia em areia cercada por mato, muito mato, e a urbanização não passava de um sítio e algumas casinhas simples. Resumindo, um lugar bastante lugar tranquilo.

Com alguns insetos devorando nossas pernas, adentramos no mato e nos dirigimos para o tal lugar. Um belo caminho verde no meio da natureza, algo belo de se ver, ainda mais para quem mora longe de uma coisa tão natural. A passagem que levava até a cachoeirinha  parecia um recanto de fadas, uma passagem entre alguns galhos e muito verde. Ao redor víamos algumas pequenas concentrações de água com pequenas Vitória-régias e mais a frente estava o famoso lugar.

Graças a fortes descendências indígenas foi fácil se locomover pelo lugar e rapidamente se acostumar com o mesmo, mesmo sendo a primeira vez que fui lá. Delongas são desnecessários, o lugar se resumia em tranquilidade, sem barulho de pessoas (além de nós), automóveis ou civilização, apenas nós naquele pequeno lugar que a natureza nos oferecia. Um bom banho naquele lago leva todos os problemas para a zona de esquecimento. Boiando na água em meio apenas ao barulho da natureza, conversávamos, ríamos e nos divertíamos. É impressionante como algo tão simples pode fazer uma diferença tão grande.

Abaixo deixo algumas fotos.